quinta-feira, setembro 13, 2007

Sinceramente acreditava que nada mais me poderia acontecer que, apesar da minha tenra idade, aquilo que encontraria pelos caminhos da vida não me pasmariam, que preservaria a minha postura de menina bem comportada, que segue os parâmetros normais da sociedade - as regras de bom senso...

Ainda pensei em escrever um livro, muitas das minhas vivências pessoais e profissionais tinham um tanto ou quanto de surrealismo, poderia ter dado um best-seller!! Porque afinal, tantos são os “escritores” que publicam histórias das suas vidas e vendem resmas daquelas coisas a que chamam livros…

Mas voltando à minha surrealidade, a verdade é que me surpreendi a mim mesma. Enveredei por um trilho incógnito, ultrapassei algumas concepções definidas interiormente, superei grandes e volumosas resistências, respirei fundo uma série de vezes para não explodir em obscenidades ou em lágrimas… Tudo por uma causa maior… O amor!

Aquela coisa a que eu tinha suplicado que jamais se voltasse a aproximar de mim… Aquele sentimento que todos desejam sentir, contudo quando se torna sinuoso, querem distância e imploram que cesse velozmente.

Ainda tentei fugir dele, mas alguém lá em cima não atendia às minhas preces…

Para que fique registado e para que não comecem já a imaginar finais trágicos: não estou arrependida! Estou até bastante agradecida ao anjinho que se atulhou em trabalho!

Se disser que a minha vida está perfeita, estaria a mentir. Ainda me falta ganhar o euromilhões para pagar a minha futura casa! Porém, mesmo sem muitos tostões, estou muito, muito feliz… E, desculpa lá anjinho, a felicidade não advém só do teu esforço, mas principalmente de um homem que conseguiu quebrar o feitiço e que com muita paciência tem conseguido domar esta Deusa…

A ele sim, tenho que condecorar a perseverança, a disponibilidade, a paciência, a amizade, o companheirismo, o respeito e sobretudo o amor e carinho dedicados. Novos trilhos se aproximam para ambos, muitos dos quais partilharemos…

Para terminar tenho de referir que este mês de afastamento do blog não foi propositado, apenas imprevisto… No entanto, pressinto que a futura ausência será intencional…

Esta página nasceu com um único objectivo, como professora diria: uma competência a curto prazo - servir de diário à minha triste e pavorosa situação sentimental. E passados quase dois anos, visualizando o presente, o objectivo perdeu o sentido, já não é triste e muito menos pavoroso o meu estado emocional. Além disso, deixou de ser um diário mas um sítio onde a minha vida é exposta.

Disto isto e aliado ao facto de ir ter menos tempo para me dedicar a textos e a constatações complexas – Despeço-me!

Sem agradecimentos porque as pessoas a quem eu devo gratidão, sabem…

quinta-feira, agosto 02, 2007

Fumo

Longe de ti são ermos os caminhos,
Longe de ti não há luar nem rosas,
Longe de ti há noites silenciosas,
Há dias sem calor, beirais sem ninhos!
[...]
Florbela Espanca 

segunda-feira, julho 23, 2007

Porquê o amor?

Perguntas-me porquê?

Porque te amo?

Porque é que o vento se agita?

Porque é que os rios correm para o mar?

Porque é que o Verão chega depois da Primavera?

Porque é que o Sol brilha no céu?

Porque é que cai a chuva no Inverno?

Porque é que brilham as estrelas?

Porque é que o mundo gira?

Porque existe a natureza?

Porquê?

O amor não se explica!

O amor acontece!

E é só!

Uma dor imensa no peito!

Como dizia o poeta:

Estou bem onde não estou!

Porque só quero ir onde não vou!

Amo-te, porque te amo!

Porque fazes parte de mim!

Porque algo em ti me tocou!

E me faz falta!

Estou mutilada na alma!

O coração está incompleto!

Algo em mim está vazio…

Sem ti!

Noel Santa Rosa

sábado, julho 21, 2007

Quando eu pensava que já tinha visto um pouco de tudo!

Numa das minhas pesquisas tontas(Entenda-se por pesquisas tontas, não ter nada em concreto para pesquisar, apenas e somente a vontade de navegar e conhecer mais) pela web em que procura imagens de telas, deparei-me com o trabalho de um artista no mínimo especial.

Em principio foi o nome que me suscitou curiosidade Pricasso, inclusive, julguei tratar-se de um erro gráfico, mas não o artista chama-se Tim Patch e pelos visto adoptou este curioso nome artístico que nos faz lembrar um grande pintor.


E assim foi, clic aqui, follow link ali e deparei com algumas telas entre as quais esta que se segue intitulada de Lady in White Hat.


No entanto, não foi esta tela que me causou espanto, mas sim a técnica do artista em questão. A próxima explica tudo e para que não hajam dúvidas a imagem mostra o artista durante o processo criativo da tela Lady in White Hat.


Sim, foi aqui que eu pensei afinal ainda não vi um pouco de tudo!

Então não é que o rapaz usa o dito cujo para pintar... por amor de Deus faz favor de arranjarem uma namorada jeitosa ao moço, e depressa antes que ele dê cabo do pincel todo ...

Ainda dizem que não há arte do C******!



Para quem é tão ou mais curioso que eu, e quer ver as outras telas:

http://www.penileart.com/Commissions.htm




terça-feira, julho 17, 2007

O Abrunhosa é que tem razão!

Montes, e montes, melhor dizer montanhas de tempo sem escrever... cordilheiras de Alpes ... sem escrever e de repente oiço uma música e plim, tenho um belo motivo para blogar.

Trabalhava eu ao som do musicol, Pedro Abrunhosa era o meu "muso" inspirador, se bem que aquela parte do "ralatório" nem com um shot de vodka melão lá vai, quando começo a ouvir do albúm viagens a linda faixa 7 "Fantasia".

Agora pergunta os que lêem "Mas Pedro Abrunhosa porquê?"
Ora porque no meu último rendez vous com a Deusa Medusa, a dita cuja tinha um CD do cantor em mãos e eu cá fiquei com vontade de ouvir o senhor a cantar aquelas musiquinhas mais antigas (ainda me lembro de quando torci o pé a correr para apanhar o BUS só para ir ao seu concerto).


Entretanto vem a parte interessante... No rendez vous, não! porque os pais da Deusa estavam de olho, mas noutras ocasiões tenho presenciado o clima entre a Deusa e o seu mais-que-tudo, o seu Deus Latino, o senhor do seu pedaço, o seu futuro cônsul, e ao ouvir esta música pensei:
"É assim que eles andam, ai é, é"

Fantasia

Tudo se passa em segredo
numa praia à beira mar,
sempre em noites de céu negro,
sem estrelas nem luar.
O cenário é um velho hotel,
sem janelas para a rua,
sinto-me à flor da pele,
numa guerra sem quartel,
quando te pões toda nua.

Ah! Se chego ao pé de ti,
deixo logo de pensar.
Ando em louco frenesim,
só te quero devorar...
Ah! Se chego ao pé de ti.

Do sofá à alcatifa,
o teu corpo vai e vem.
Fazes-me sentir califa
no nirvana de um harém.
Enrolada nos lençóis
endoideces de prazer,
arrancas-te os caracóis,
dizes: "Já não posso mais",
e não paras de gemer.

Refrão

Com um gesto sedutor
mergulhas vezes sem fim,
gritas de desejo e dor,
nada pode ser melhor,
queres ficar sempre assim.
Pões-me a cabeça a ferver,
mais em brasa que um tição,
chegas-me a fazer perder,
(isto assim não pode ser)
toda a réstia de razão.

Refrão

Viagens, Lp 1994
(Pedro Abrunhosa|Pedro Abrunhosa)

sexta-feira, julho 13, 2007

Eu sou...


Uma rosa envolta de delicadas pétalas, enfeitada com folhas de um verde intenso de alegria e adornada por exíguos e naturais espinhos que se desviam com temor de te ferir.



Ali nasce, naquela porção de terra que cuidas com desmedida ternura, onde brotam as mais lindas espécies de flores de todas as pigmentações, estampadas pelo arco-íris.



No horizonte reduz-se a um quadro singular, de uma perfeição inigualável; perto revela ser o teu espécime predilecto, o único por quem o teu sorriso irrompe, por quem na imensidão do mundo tu procuravas…

quarta-feira, julho 11, 2007


Em qualquer lado, o coração se desenha, num livro que leio, num pedaço de papel que apanho, num quadro que observo, numa parede suja pelo tempo… O coração do desejo, o coração do amor ou o coração órgão que nos suporta?

Foto: Ilona Wellmann

segunda-feira, julho 09, 2007

A inocência...




quarta-feira, julho 04, 2007

O ÚNICO DEFEITO DA MULHER


«Se uma memória restou das festinhas e reuniões de familiares da minha infância, foi a divisão sexual entre os convivas: mulheres de um lado, homens do outro.

Não sei se hoje isso ainda acontece. Sou anti-social ao ponto de não frequentar qualquer evento com mais de 4 pessoas, o que não me credencia a emitir juízos.

Mas era assim que a coisa acontecia naqueles tempos. Tive uma infância feliz: sempre fui considerado esquisito, estranho e solitário, o que me permitia ficar quieto a observar a paisagem.

Bem, depressa verifiquei que o apartheid sexual ia muito além das diferenças anatómicas.

A fronteira era determinada pelos pontos de vista, atitude e prioridades.

Explico: no lado masculino imperava o embate das comparações e disputas.

"O meu carro é mais potente, a minha televisão é mais moderna, o meu salário é maior, a vista do meu apartamento é melhor, a minha equipe de futebol é mais forte, eu faço amor 3 a 4 vezes por noite" e outras cascatas típicas da macheza latina.

Já no lado oposto, respirava-se outro ar. As opiniões eram quase sempre ligadas ao sentir. Falava-se de sentimentos, frustrações e recalques com uma falta de cerimónia que me deliciava.

Os maridos preferiam classificar aquele ti-ti-ti como mexerico. Discordo.

Destas reminiscências infantis veio a minha total e irrestrita paixão pelas mulheres. Constatem, é fácil.

Enquanto o homem vem ao mundo completamente cru, as mulheres já chegam com quase metade da lição estudada.

Qualquer menina de 2 ou 3 anos já tem preocupações de ordem prática.

Ela brinca às casinhas e aprende a pôr um pouco de ordem nas coisas.

Ela pede uma bonequinha a quem chama filha e da qual cuida, instintivamente, como qualquer mãe veterana.

Ela fala em namoro mesmo sem ter uma ideia muito clara do que vem a ser isso.

Noutras palavras, ela já nasce a saber. E o que não sabe, intui.

Já com os homens a historia é outra.

Você já viu um menino dessa idade a brincar aos directores?

Já ouviu falar de algum garoto fingindo ir ao banco pagar as contas?

Já presenciou um bando de meninos fingindo estar preocupados com a entrega da declaração do IRS?

Não, nunca viram e nem hão-de ver.

Porque o homem nasce, vive e morre uma existência infanto juvenil.

O que varia ao longo da vida é o preço dos brinquedos.
Aí reside a maior diferença.

O que para as meninas é treino para a vida, para os meninos é fantasia e competição.

Então a fuga acompanha-os o resto da vida, e não percebem quanto tempo eles perdem com seus medos.

Falo sem o menor pudor. Sou assim. Todos os homens são assim.

Em relação ao relacionamento homem/mulher, sempre me considerei um privilegiado.

Sempre consegui ver a beleza física feminina mesmo onde, segundo os critérios estéticos vigentes, ela inexistia.

Porque todas as mulheres são lindas.

Se não no todo, pelo menos em algum detalhe.

É só saber olhar.

Todas têm a sua graça.

E embora contaminado pela irreversível herança genética que me faz idolatrar os ícones da futilidade, sempre me apaixonei perdidamente por todas as incautas que se aproximaram de mim.

Incautas não por serem ingénuas, mas por acreditarem.

Porque todas as mulheres acreditam firmemente na possibilidade do homem ideal. E esse é o seu único defeito.»

Texto de Sérgio Gonçalves, redactor da Loducca, publicado no Jornal da agência

Foto: A. Hunt

sábado, junho 30, 2007

A nossa casa


A nossa casa, Amor, a nossa casa!
Onde está ela, Amor, que não a vejo?
Na minha doida fantasia em brasa
Constrói-a, num instante, o meu desejo!
 
Onde está ela, Amor, a nossa casa,
O bem que neste mundo mais invejo?
O brando ninho aonde o nosso beijo
Será mais puro e doce que uma asa?
 
Sonho... que eu e tu, dois pobrezinhos,
Andamos de mãos dadas, nos caminhos
Duma terra de rosas, num jardim,
 
Num país de ilusão que nunca vi...
E que eu moro - tão bom! - dentro de ti
E tu, ó meu Amor, dentro de mim
 
Florbela Espanca
 
Foto: Joel Le Montagner

terça-feira, junho 26, 2007

Momentaneamente sento-me num banco… Observo o movimento em meu redor… Não conheço ninguém, ninguém me conhece. Não percebem que as olho, que mecanizo e memorizo cada gesto dado. Continuo a sentir vontade de ali ficar. Não entendo porquê! Quero conhecer as pessoas, o que elas pensam, os seus sonhos, as suas ambições, todos os projectos delineados e fracassados… Quero entender os outros para poder entender a vida...

sábado, junho 23, 2007

Não quero... Somente quero...


Não te quero preso a mim, como um carro se prende a um reboque; não te pretendo enjaulado, como um singelo pássaro que um dia foi livre; não desejo exclusividade, como uma telenovela adquirida por um canal televisivo; não ambiciono ter direitos de autor sobre ti, como um poeta tem da sua obra; não te planeio agarrado a mim, como um doente a uma máquina de oxigénio…

Não te quero a olhar para mim com desgosto do que não viveste, não te quero ver a lamentar pelo que não fizeste; não quero sentir que te arrependeste daquilo que partilhámos…

Quero-te somente a ti… Preso com amor, enjaulado com a porta aberta, exclusividade nos beijos, direitos nos sonhos, agarrado a mim a planear o futuro…

Quero-te a olhar para mim a relembrar a maravilhosa vida vivida, ver que fizeste tudo o desejado, sentir que te alegras pela maravilhosa escolha…

Foto: Attila

quarta-feira, junho 20, 2007

Jezabel



Jezabel foi uma princesa fenícia casada com o rei Acab de Israel.


O seu casamento com Acab foi o resultado de uma aliança que tinha como objectivo fortalecer as relações entre Israel e a Fenícia.


Jezabel continuou a adorar os deuses fenícios, mas não se limitou a isso, pois combateu o Deus de Israel. Recorreu ao dinheiro do tesouro público para sustentar os profetas do Deus Baal e os profetas da Deusa Achera (deusa fenícia da fertilidade).


Aparentemente o seu próprio marido sentiu-se atraído pelo culto destes deuses, relegando o seu Deus para segundo plano. Os sacerdotes e profetas israelitas foram eliminados ou então tiveram que se exilar no deserto devido à perseguição promovida pela rainha.


A resistência local contra esta política religiosa foi encabeçada pelo profeta Elias. Numa espécie de concurso religioso, Elias derrotou todos os profetas de Baal, que morreram, pretendendo desta forma o Livro de Reis mostrar como o Deus de Israel era a única divindade. Quando Jezabel soube disto ficou furiosa, pretendendo mandar matar Elias, que teve fugir para Judá.


Mulher determinada e independente, Jezabel não olhava a meios para conquistar os seus objectivos. Acab desejava a vinha de Nabot, mas este recusou-se a vendê-la. Sabendo-se disto, Jezabel envolveu-se na questão, enviando cartas em nome do marido aos chefes de Jezrael, ordenando a detenção de Nabot por blasfémia contra Deus e contra o rei. Segundo a lei da época, a propriedade de alguém que tivesse cometido estas acções passaria para o rei. Nabot foi executado e ela presenteou o marido com a vinha.


Um comandante chamado Jeú liderou uma revolta contra a família real, na qual matou o filho de Jezabel, Jorão. Quando ela soube da revolta pintou os olhos e adornou a cabeça, desafiando Jeú da janela do palácio. Este ordenou aos eunucos da rainha que a atirassem da janela (defenestração): Jezabel morreu, tendo o seu sangue atingido as paredes e os cavalos. Uns cães que por ali passavam devoraram o corpo da rainha.


Depois de ter feito uma refeição no palácio, Jeú ordenou que a Jezabel fosse sepultada, dado que se tratava da filha de um rei. Segundo o Primeiro Livro de Reis, os servos do palácio apenas encontraram o crânio, os pés e as mãos da rainha.


Por causa desta rainha o nome "Jezabel" encontra-se associado na cultura popular a uma mulher sedutora sem escrúpulos.

segunda-feira, junho 18, 2007

Cada dia mais presa a ti,

como nunca previ.

Ébria com teu aroma,

que de noite assoma.



Em teu perfume me vou enrolar,

em tua almofada me vou extasiar.

O meu amor te vou confiar

e o meu beijo te vou dedicar.




Foto: Votja Herout

quinta-feira, junho 14, 2007

Cabelo!


Quando as mulheres dizem que vão cortar o cabelo, eles assustam-se. Provavelmente o cabelo é uma das maiores inquietações delas e um dos focos de tensão deles.

Noventa por cento dos homens que gostam de mulheres preferem-nas de cabelo comprido.

Na verdade, às vezes o homem ou a mulher que amamos não é suficiente para nos devolver a auto-estima desejada. Se temos tudo no lugar, receamos ser largadas por um Q.I. mais desenvolvido. Se somos gordinhas, aceitamos passar fome para nos aproximarmos da imagem da modelo que ele tem no computador. Os homens são tão gulosos em relação à beleza das outras mulheres que às vezes nos passa pela cabeça que durante o tempo que estão no escritório passam o tempo a pensar na beldade que nunca vão ter.

E se fizermos um corte parecido com o da outra, talvez ele repare?!

Foto: Olga Kont

segunda-feira, junho 11, 2007

But I do love you

sábado, junho 09, 2007

Em várias músicas, tudo o que somos, tudo o que sinto por ti…

“Sem eu estar à espera, tu chegaste de repente”, “foi lindo, foi mágico, o nosso primeiro encontro”. “Eu não sei o que me aconteceu”, mas “quando os meus olhos te tocaram” “I saw an angel” e “senti que encontrara a outra metade de mim”. “When I first saw you I saw love”, “the first time you touched me I felt love” e “quando eu te falei em amor, tu sorriste para mim” e “sentimos os dois que o amanhã vem depois”.

A partir daquele momento “life as began”, “cause you give me something” para a qual “não existe explicação”. Simplesmente, “no teu abraço eu esqueço o cansaço”, “all the songs remind me you”, “a tua ausência magoa” e fico “louca para te ver chegar”, pois já “não existo longe de você”.

Por mais que digam “that you aren’t the one”, por mais que apostem “that we will never make it” - “you are the one”. “Without you I can’t find the way”, “without you I’m going to be incomplete”, “and if you’re not for me then why do I dream with you as my” husband?

Às vezes nem acredito que isto me está a acontecer, “some people wait a life time for a moment like this”. But “Eu nunca mais vou esquecer, eu nunca mais vou esquecer-te, eu entreguei-te o meu coração”, “eu estou aqui para te dizer, que como eu ninguém te” ama.

“Só quero te lembrar” que a tempestade acabou and forever started last night, so “this is the first day of my life”, porque “eu sei que tudo pode acontecer”, mas o “nosso amor não vai morrer”…

quinta-feira, junho 07, 2007

Horizonte

O mar anterior a nós, teus medos
Tinham coral e praias e arvoredos.
Desvendadas a noite e a cerração,
As tormentas passadas e o mistério,
Abria em flor o Longe, e o Sul sidério
'Splendia sobre sobre as naus da iniciação.
 
Linha severa da longínqua costa ---
Quando a nau se aproxima ergue-se a encosta
Em árvores onde o Longe nada tinha;
Mais perto, abre-se a terra em sons e cores:
E, no desembarcar, há aves, flores,
Onde era só, de longe a abstracta linha.
 
O sonho é ver as formas invisíveis
Da distância imprecisa, e, com sensíveis
Movimentos da esp'rança e da vontade,
Buscar na linha fria do horizonte
A árvore, a praia, a flor, a ave, a fonte ---
Os beijos merecidos da Verdade.
Fernando Pessoa
Foto: Salih Guter
 

segunda-feira, junho 04, 2007

Jogos de sedução

Os jogos de sedução são iniciados quase sempre pelas mulheres, mas elas preferem deixar que os homens acreditem que a iniciativa foi deles, atitude que, segundo uma sexóloga espanhola, é também uma maneira de atrair a pessoa desejada.

A mulher desencadeia o processo de sedução em três de cada quatro casos quando olha e sorri.

«Mas como é o homem quem se aproxima, acredita que foi ele que iniciou o jogo de sedução, quando na realidade foi a mulher que o escolheu e o convidou para vir ao seu encontro», defende a especialista em sedução Miren Larrazábal.

«A sedução é um estilo de comunicação que pretende que as pessoas se interessem por nós, se se sintam à vontade ao nosso lado e descubram que gostariam de estar muitas vezes connosco», que está muito para além da beleza física.

Num primeiro contacto, que pode ser apenas de alguns minutos e onde não há tempo para «discutir filosofia» com a pessoa desejada, há que apostar tudo num olhar, aconselha a sexóloga.

Diário Digital / Lusa

quinta-feira, maio 31, 2007

Amanhã não me procurem!

Estarei por aqui…

Onde é?

É melhor não saberem…