sábado, janeiro 14, 2006
sexta-feira, janeiro 13, 2006
Numa noite...
Numa noite, podemos ser quem nós quisermos…
Numa noite, podemos deambular por entre os campos…
Numa noite, podemos maravilharmo-nos com as estrelas…
Numa noite, podemos esquecer as tristezas…
Numa noite, podemos provar um sabor inimaginável…
Numa noite, podemos apreciar o luar…
Numa noite, podemos pedir um desejo impossível…
Numa noite, esse desejo poder-se-á concretizar…
Numa noite, tudo pode ser realizável…
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Medusa
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14:26
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quinta-feira, janeiro 12, 2006
terça-feira, janeiro 10, 2006
E-mails...
Quem é que nunca recebeu aqueles e-mails chatos que nos pedem para reenviar a x pessoas ou teremos y anos de azar? Penso que todos nós já recebemos!
No entanto, existirá alguém que teve a tal surpresa à tal hora que o tal e-mail disse?
Se sim, foi coincidência?
Não saberemos…
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Medusa
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11:47
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domingo, janeiro 08, 2006
Amar...
O amor fino não há-de ter "porquê" nem "para quê". Se amo porque me amam, é obrigação, faço o que devo; se amo para que me amem, é negociação, busco o que desejo. Pois como há-de ser o amor para ser fino? Amo porque amo e para amar.
(Padre António Vieira)
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Medusa
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12:40
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sexta-feira, janeiro 06, 2006
Há dias tão maus…
Há dias em que somos tão frágeis…
Há dias em que nos sentimos a pior coisa à face da terra, que nada dá certo, que não temos sorte nenhuma, e que no fundo não temos objectivos de jeito ou que eles não fazem sentido…
Gostaríamos de ter realizado tanta coisa, e não fizemos quase nada; gostaríamos de concluir mais ainda, porém não temos forças para as alcançar…
Por que será que o coração manda tanto na nossa vida, parece que quando não amamos ninguém, ou quando não estamos a lutar, ou quando essa pessoa simplesmente nos rejeita e não nos dá qualquer esperança, nada faz sentido, não temos garra para lutar nem vontade para levantar da cama de manhã…
São fases da nossa passagem pela Terra, no entanto, enquanto elas não passam, sentimo-nos no chão, no fim do poço e sem uma corda à vista para nos puxar para cima… Por vezes, a manhã dá-nos outra esperança, outro ânimo, mas ou no pôr-do-sol ou no outro dia tudo volta à estaca zero…
Contudo, continuamos a viver, a caminhar, a vaguear…
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Medusa
às
21:43
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