quarta-feira, janeiro 25, 2006

Há palavras que nos beijam...

Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca,
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.

Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto,
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.

De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas, inesperadas
Como a poesia ou o amor.

(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído,
No papel abandonado)

Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.

Alexandre O'Neill

terça-feira, janeiro 24, 2006

Se eles o dizem!!!!

"Homens sempre querem ser o primeiro amor da mulher, e as mulheres sempre querem ser o último romance do homem." Oscar Wilde

"Para haver uma ligação de facto interessante entre um homem e uma mulher é preciso haver entre eles alegria, memórias ou desejo." Nicolas-Sébastien Chamfort

"É mais fácil reconciliar a Europa inteira do que duas mulheres." Louis XIV


"Quase sempre as mulheres fingem desprezar o que mais vivamente desejam." William Shakespeare

"Se as mulheres não existissem, todo o dinheiro do mundo não teria sentido." Aristóteles Onassis

"As mulheres costumam ser implacáveis para dar mais encanto ao seu perdão." Honoré Balzac

"As pessoas mais interessantes são os homens que têm futuro e as mulheres que têm passado." Oscar Wilde

segunda-feira, janeiro 23, 2006

Os homens...


· “As mulheres não fazem os homens passarem por idiotas, a maior parte deles faz isso por si mesmo."


·
“A melhor razão para se separar de um homem é uma razão de saúde: Estar enjoada dele!”


·
“Nunca confie num homem que diz que em casa manda ele. Provavelmente ele também mente sobre outras coisas.”


·
“O trabalho de uma mulher nunca está acabado, porque ainda faltam as coisas que pediu para o seu marido fazer.”


·
“Se quiser arranjar um bom homem, procure um feio. Esses esforçam-se mais!”


·
“Quando procurar um homem, procure um homem jovem. Eles nunca amadurecem mesmo!”


·
“Apenas existem duas palavras ofensivas para um homem: NÃO e PÁRA. Excepto quando usadas em conjunto.”


·
“Os homens são todos iguais. Apenas têm caras diferentes para que os possamos distinguir uns dos outros!”


·
“Sempre que se encontra um homem que daria um bom marido, geralmente descobre-se que ele já o é.”


·
“Os cientistas descobriram algo que consegue fazer o trabalho de cinco homens: Uma mulher.”


·
“Os homens são como os animais: desarrumados, insensíveis e potencialmente violentos. Mas são óptimos animais de estimação!”


·
“Os maridos são como as crianças. São óptimos, se forem de outra pessoa.”


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“Ele é bom na cama? Leva-a para comer bons queijos e vinhos? É seu amigo? Então fique com ele. É o máximo que vai conseguir de um homem.”


·
"Os homens podem dividir-se em dois grupos: os que seguem em frente e fazem alguma coisa e os que vão atrás criticar."


domingo, janeiro 22, 2006

Quando nos apercebemos...

É fácil amar os que estão longe. Mas nem sempre é fácil amar os que vivem ao nosso lado...


Madre Teresa de Calcutá

sábado, janeiro 21, 2006

Madre Tereza

Agnes Gonxha Bojaxhiu, nasceu no dia 26 de Agosto de 1910, na Macedónia, de uma família de origem albanesa.

Depois de ter passado a adolescência empenhada nas actividades paroquiais, Agnes, aos dezoito anos, deixou a sua casa, entrando no convento de Loreto, na Irlanda, onde foi acolhida como postulante e recebeu o nome de Tereza, como a sua padroeira, Santa Tereza de Lisieux.

Agnes foi enviada pela congregação para a Índia, Calcutá. Fez a profissão perpétua como irmã de Loreto e passou a ser chamada Madre Tereza.

No dia 10 de Setembro de 1946, no comboio, Madre Tereza recebeu aquilo a que ela chamou “a chamada na chamada”, que teria feito nascer a família dos Missionários da Caridade, Irmãs, Irmãos, Padres e Colaboradores. O conteúdo desta inspiração foi “Saciar a infinita sede de Jesus sobre a cruz de amor e pelas almas, trabalhando para a salvação e para a santificação dos mais pobres entre os pobres”. Em 1950, a nova congregação das Missionárias da Caridade foi instituída oficialmente como Instituto Religioso pela Arquidiocese de Calcutá.

Ao longo dos 10 anos seguintes, Madre Tereza estendeu a ópera das Missionárias da Caridade por toda a Índia. E no dia 1 de Fevereiro de 1965, Paulo VI concedeu à Congregação o “Decretum Laudis”, elevando-a a direito pontifício.

A primeira casa de missão aberta fora de Calcutá foi na Venezuela em 1965, e passados três anos expandiu-se por toda a Europa e na Africa.

Em 1979, Madre Tereza recebeu o Prémio Nobel pela Paz. No mesmo ano existiam já 158 casas de missão, incluindo nos países comunistas, excepto na China.

Em Outubro de 1985, Madre Tereza falou no quadragésimo aniversário da Assembleia Geral das Nações Unidas. Na vigília de Natal do mesmo ano, abriu em Nova York o “Dom de Amor”, a primeira casa para os doentes de SIDA.

No final dos anos 80 e durante os anos 90, não obstante os crescentes problemas de saúde, Madre Tereza continuou a viajar pelo mundo para a profissão das noviças, para abrir novas casas de missão e para servir os pobres e aqueles que tinham sido atingidos por diversas calamidades. Em 1997 as irmãs eram cerca de 4000, presentes em 123 países nas mais ou menos 600 fundações.

Depois de ter viajado por todo o verão a Roma, New York e Washington, em condições de saúde delicadas, Madre Tereza voltou a Calcutá em 1997. Às 9:30 da noite do dia 5 de Setembro de 1997, morreu na Casa Geral.

O seu corpo foi transferido para a Igreja de São Tomas, adjacente ao Convento de Loreto, exactamente onde tinha chegado 69 anos antes. No dia 13 de Setembro recebeu o funeral de Estado e o seu corpo foi conduzido em um longo cortejo nas estradas de Calcutá. Chefes de nações, primeiros-ministros, Rainhas e enviados especiais chegaram para representar os países de todo o mundo.

sexta-feira, janeiro 20, 2006

Ausência

Num deserto sem água
Numa noite sem lua
Num país sem nome
Ou numa terra nua

Por maior que seja o desespero
Nenhuma ausência é mais funda do que a tua.
Sophia de Mello Breyner Andresen

terça-feira, janeiro 17, 2006

You lived your life like a candle in the wind...


Norma Jean Baker

Nasceu em 1926, e como a sua mãe era muito doente, foi enviada para um orfanato. Depois de ter passado por onze famílias diferentes, aos 16 anos casou-se com um vizinho, James Dougherty.

Quando Jim foi chamado para o serviço militar, Norma foi procurar trabalho. Desejava tornar-se uma estrela de cinema, e explicaram-lhe que o melhor caminho era tornar-se modelo, voltar a ser solteira e trocar a cor dos cabelos de castanhos para loiro platinado.

A sua imagem apareceu em várias capas de revista e foi chamada pelo chefe da agência da Fox, que escolheu o nome Marilyn e ela Monroe, que era o sobrenome da sua avó.

A sua estreia foi em Tormentas de Ódio. Depois apareceu em Idades Perigosas, mas não obteve mais nenhum papel e seu contrato foi rescindido.

Voltou a aprecer em Almas Desesperadas, e durante as filmagens, o estúdio descobriu uma foto sua num calendário. Quando Marilyn revelou que havia feito o trabalho por necessidade de dinheiro, o público, em vez de condená-la ficou comovido pelo seu passado trágico.

Em 1952, a actriz conheceu o ex-jogador de beisebol Joe DiMaggio e dois anos depois casaram-se. Os ciúmes de DiMaggio levou à separação durante as filmagens de O Pecado mora ao Lado.

O terceiro casamento foi, em 1956, com Arthur Miller. Mas durante a filmagem de Os Desajustados terminaram. Marilyn estava em sua pior fase, com atrasos constantes e dependente de soníferos e álcool.

Ela teve um colapso nervoso e internou-se numa clínica; depois, em 1962, começou a trabalhar em Something's Gotta Give. Mas enfureceu os produtores quando entregou uma licença médica, justificando a sua ausência nas filmagens, enquanto estava no Madison Square Garden, a cantar o Parabéns para você ao presidente John Kennedy.

Teve um romance com o actor francês Yves Montand e teria mantido relações, jamais esclarecidas, com o então presidente John Kennedy e com seu irmão, Robert.

No dia 5 de Agosto de 1962, Marilyn foi encontrada morta. A dose letal de nembutal que teria tomado foi dada como causa de morte. Até hoje, existem dúvidas se foi acidente ou assassinato, motivado por suas ligações com os Kennedy.

Elton John e Bernie Taupin escreveram sobre Marilyn, " Your candle burned out long before Your legend ever did”…